O que saiu por aqui:

Relatório citado pela Alta Comissaria das Nações Unidas para Direitos Humanos aponta o crescimento da vigilância digital e seus riscos. Dentre os pontos destacados do relatórios estão a pressão governamental sobre empresas privadas pelo acesso a seus bancos de dados e a confiança dos governos no setor privado para a gestão das atividades de monitoramento.

A Autoridade de Proteção de Dados (Garante per la protezione dei dati personali), entidade administrativa independente responsável pela proteção da privacidade e de dados pessoais dos italianos, determinou ao Google que modifique o tratamento e o armazenamento de dados dos usuários em 18 meses, sob pena de pagar multa de 1 milhão de euros e possivelmente enfrentar acusações criminais.

O que ler por aí:

 Em 11 de julho o Ministério de Assuntos Internos da Rússia publicou uma chamada oferecendo 3.9 milhões de rublos (aproximadamente 111 mil dólares) para cidadãos ou companhias russas que desenvolverem tecnologias que permitam identificar os usuários do Tor, rede encriptada para navegação anônima. A notícia vem na esteira de tentativas prévias do governo russo de coibir legalmente o anonimato na intenet.

Nesta sexta-feira (25) o Congresso americano, aprovou um conjunto de regras temporárias que permitirá aos proprietários de celulares desbloquear seus aparelhos para usá-los em redes distintas daquelas para as quais foram comprados. Após um período de tolerância, desde de 2012 a prática estava proibida pelo governo americano em função de restrições impostas pelos direitos de copyright de softwares, decorrentes do DMCA. As novas regras permitem o desbloqueio e vigem até 2015, quando nova regulamentação de copyright será decidida pela biblioteca do Congresso.

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