O que saiu por aqui:

Na última sexta-feira (22), veio a público a primeira versão do aplicativo PLP 2.0, que tem por objetivo auxiliar mulheres que se encontram em situação de violência. O lançamento ocorreu concomitantemente com a divulgação do projeto A Tecnologia a Serviço do Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, inserido no âmbito da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp).

Além de compartilhar ou baixar, o mero ato de assistir ao vídeo da decapitação do jornalista americano James Foley por um integrante do Estado Islâmico pode ser considerada crime sob a legislação antiterror do Reino Unido, comunicou a Polícia Metropolitana de Londres. Enquanto isso, amparados por suas políticas internas, o Twitter e o YouTube têm removido cópias do vídeo de seus servidores e encerrado contas de quem compartilha os links.

No calor do período eleitoral diversas ferramentas interativas têm sido criadas como forma de efetivar o potencial da Internet como fonte de informação e engajamento. O IBIDEM lista sete aplicações criativas, que se propõem a ajudar na sua escolha.

Símbolo da Comunidade Bitcoin EcuadorO Equador, ao mesmo tempo que pode proibir o uso de Bitcoin, está a caminho de contar com um dinheiro digital operado pelo próprio Estado. Um Código Orgânico Monetário e Financeiro poderá oferecer fundamento legal para que, em paralelo ao dólar dos EUA, entre em circulação no país a primeira moeda eletrônica oficial do mundo.

 

O que ler por aí:

Com o objetivo declarado de combater a pirataria digital, a polícia metropolitana de Londres tem enviado notificações ameaçando servidores de DNS que se recusem a tirar do ar sites de compartilhamento de arquivos. Até o momento, os pedidos da polícia, que não são acompanhados de ordens judiciais, têm sido ignorados pelas empresas.

Em resposta às preocupações sobre sua incursão no mundo dos dados relacionados à saúde dos usuários, a Apple anunciou maiores restrições em sua política de privacidade. Na mais recente atualização dos termos da licença para desenvolvedores, a empresa proibiu a venda de dados colhidos a partir da plataforma Healthkit, a ser lançada 9 de setembro, junto com o iPhone 6 e o novo iOS.

Segundo Andrew Lewman, diretor executivo do Tor Project, plataforma de navegação anônima, informações sobre vulnerabilidades do sistema estariam sendo entregues aos desenvolvedores do Tor por uma fonte desconhecida. O sistema é alvo das agências de inteligência dos EUA e da Inglaterra. Especula Lewman que alguém de uma dessas agências, encarregado de explorar bugs no Tor, esteja burlando o controle de seus empregadores e companheiros de trabalho e vazando secretamente suas descobertas.

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